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Informações gerais sobre mercados

Dados e informações gerais sobre mercados – economia – setor automóvel

A Volkswagen – anunciou, o seu presidente executivo, Ralf Brandstätter – vendeu 5,328 milhões de unidades em 2020, o que representou uma quebra de 15% face ao ano anterior; foi também um ano para a venda de 212.000 veículos elétricos.

A Ford anunciou o encerramento das suas fábricas no Brasil, mantendo unidade de desenvolvimento de produto, o campo de provas e a sede regional.

A quebra de vendas de veículos na Europa cifra-se, em 2020, na zona dos 25%, sendo que o efeito em Portugal é o mais agudo (quebra de 34%) o que compara com os números de Espanha; o Reino Unido e a Itália “colam” nos 30%, o que dá uma ideia do efeito Covid-19 nesta área económica e industrial

Número de automóveis vendidos (2020): 177.000 unidades; destes, 11.867 foram veículos plug in e 8.137 foram veículos elétricos.

Em termos globais – contexto financeiro, económico e sanitário – atente-se aos alertas da Moody’s, sobre Portugal, para o risco de crédito e a confiança dos investidores: 1. Elevada exposição económica (p.e., turismo), 2. Margem orçamental limitada, 3. Restrições institucionais, 4. Grandes necessidades de refinanciamento

A Tesla vendeu (2020) aproximadamente 460.000 veículos; a marca comercializa na China com um desconto de 30% relativamente ao mercado americano.

Novo colosso da indústria automóvel – Stellantis – resulta da fusão entre o grupo francês PSA e o grupo italo-americano Fiat-Chrysler; o novo grupo produzirá 7,9 milhões de veículos/ano, produzindo receitas de 167 mil milhões de euros; com este volume de unidades, a Stellantis assume a 4ª posição no ranking mundial, logo a seguir à Volkswagen (1ª), Toyota (2ª) e a aliança Renault-Nissan-Mitsubishi. O grupo Stellantis vai ser liderado pelo português, Carlos Tavares; releva-se que este conglomerado tem uma quota residual no mercado chinês (1,5%).

A maioria dos automóveis vendidos na Noruega (54,3%) são veículos elétricos.

Imóveis do Estado (fonte: Expresso, 8/2021)
Segundo os dados da DGTF (Direção Geral do Tesouro e Finanças) são 9.495 (edificado ou terrenos)
Segundo o IRN (Instituto dos Registo e Notariado) e a sua base de dados de registo predial, são 18.671 registos
Segundo a base de dados do registo matricial da AT são 62.597 registos

Queda do PIB mundial (valor estimado, 2020) é de 4,4%

A dívida pública (Portugal) atingirá um novo máximo em 2021 de 276 mil milhões de euros
(fonte: Banco de Portugal, MF e Conselho das Finanças Públicas).

O IRS (Portugal) representa um terço da Receita Fiscal e é pago apenas por metade das famílias portuguesas e recai (90%) sobre salários a 5.700 euros/mês.

Segundo projeções do Banco Mundial o turismo na zona euro enfrentou e enfrenta uma paragem colossal de mais de 98%.

A produção automóvel em Portugal (2020) caiu 24% em relação a 2019 (fonte: ACAP).

A Apple tenciona avançar com o lançamento de um carro autónomo em 2024 (projeto Titan); veículo totalmente elétrico e terá condução autónoma.

Portugal é um dos países europeus com maior recurso a moratórias de crédito (em % de créditos às famílias e empresas), apresentando um valor de 22,2% (fonte: Autoridade Bancária Europeia; dados de julho 2020).

Stellantis (resultante da fusão do grupo PSA e FCA) espera alcançar (2024) sinergias e ganhos de eficiência de 34% nas compras; esta fusão estabelece e consolida 18 marcas de automóveis, detendo operações industriais em 30países e no qual trabalham 400.000 pessoas; o novo grupo industrial espera atingir poupanças de 5 mil milhões e euros anuais; relembra-se ainda que o CEO do novo grupo é o português, Carlos Tavares, que, até à data, era o responsável máximo do grupo PSA.

Segundo dados da CEAGA o setor automóvel recuperará, somente em 2025, os números da produção de 2019 (94,5 milhões de veículos); (a Europa contará com 20,7 milhões); a nível mundial, o setor fechou o ano 2020 com um decréscimo de 17,3% da produção em relação a 2019; a quebra de vendas de automóveis no espaço europeu em 2020 foi de 23,7%.

António Horta Osório, futuro ex-presidente executivo do Lloyds, vai assumir o cargo de presidente do CA da Bial, uma farmacêutica nacional de referência, substituindo Luís Portela; a Bial fechou 2020 com uma faturação de 344 milhões de euros (80% de exportações para 60 mercados) e com mais de 1000 colaboradores, filiais em 10 países. A Bial dedica 20% do volume de negócios às atividades de I&D centradas nas áreas das neurociências e sistema cardiovascular.

01-02-2021